domingo, 12 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A leguminosa na mesa do governo

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A leguminosa na mesa do governo
A leguminosa na mesa dos poderes executivos
PDF 824

A inauguração de restaurantes populares traz novos cardápios e novas receitas, novos hábitos de alimentação. O governo do RN inaugurou mais um restaurante popular esta semana. E leguminosas  chegaram a mesa de gabinetes sem serem convidadas ou solicitadas. mas podem fazer parte da conta. Cobram R$ 1,00 de cada prato (ou bandeja), no restaurante popular, com valores proteicos, calóricos e energéticos equilibrados, por cálculos nutricionistas, enquanto os presídios recebem quentinhas estragadas, de origens não determinadas. Estão presos e não tem direito ao PROCON. Não estabeleceram um ato de compra e venda, serviço/produto com os fornecedores. O contrato está nas mãos e gavetas do governo com o uso de editais e concorrências. Tem a responsabilidade de conferir o produto no ato da entrega.

Abacaxis e pepinos não foram suficientes em administrações anteriores. Não souberam descascar frutas ou legumes; transformá-los em saladas ou sucos. Sopa de jiló e suco de limão não fazem mais efeito. O organismo social e estatal está contaminado. precisa se purificado. Sena, carqueja ou batata de purga não estão de acordo com seus paladares, que só admitem malte, uvas e cevada importada.  Admitem no máximo um xarope prescrito, ou um chá com ervas aromatizadas.
A falta de ocupação dos presidiários, a falta do que pensar, do que ler ou fazer, os faz pensar em fugas e revoltas, mirabolar planos escorregando igual quiabo. Escavando tal como maria farinha na praia e tatuís na margem. E o governo pisa em cascas de bananas tentando um acerto. Suas entrevistas já em vão, de ficar a contar abobrinhas. Contam histórias para boi dormir, puro papo de abóbora. O limão sempre esteve na mesa e não fizeram uma limonada. Do limão nada e do macarrão nada também. O piso da penitenciária de Alcaçuz é como farinha, podendo ser removido e servido com uma colher. Com ajuda dos ventos, que transportam os montes de areias, chamas de dunas móveis.

Enquanto os presidiários poderiam estar com tupperware, potes e tampas de plástico, o governo foi em busca de contenedores maiores, fabricados com ferro e aço. Transportou conteiners de terminais para conter suas mercadorias; caças sociais que as mantém vivas, em gaiolas de concreto e barras de aço. Por uma responsabilidade maior. Com a sociologia, a psicologia e a sociedade. O medo do karma, do Cosmos e do oculto, o invisível inesperado. O último argumento é a construção de um muro, uma venda nos olhos.

Não dá mais para tentar colocar todos os ovos em um cesto. Mas para fazer um omelete é preciso quebrar os ovos e não chorar sobre o leite derramado. Mas toda sobra pode criar uma nova receita. Na cozinha nada sobra e tudo se aproveita. Até as cascas de ovos quebrados podem se transformar em uma farinha rica em cálcio. E Alcaçuz pode ser recuperado, evitando compras sem avaliação e sem concorrências, baseados em situação de urgência e emergência. Depois mais adiante, aparecem como mágica as taxas de oxigênio e aditivos ao contrato, de coisas que não estavam previstas e relacionadas em contrato assinado em caráter de urgência, sem concorrência, sem licitação e sem pesquisa de preços.

E o “belo ato de salvar a sociedade’. O governador se traveste de secretário da segurança pública, o líder do estado, como se fosse um estado independente, com regras e leis próprias. Visitou a Colômbia com suas estratégias contra as FARC, mas não tomou providências. Ficou mais interessado em negociar um voo direto Natal-Bogotá.

Uma leguminosa foi colocada sobre a mesa de governos. Um caso a ser tratado, preparado e ingerido. E a digestão pode criar efeitos colaterais, piorando em cidades sem rede sanitária e saneamento. Ou vomita-se agora ou espera-se uma diarreia no futuro, com risco de desidratação. E o culpado apontado vai ser o mesmo mosquito, com um currículo antigo, esquecendo os comportamentos anteriores. O de não ingerir alcaçuz, como terapia preventiva.

Cada um tem sua parcela de responsabilidade, seja municipal, estadual ou federal. Uns pecam por ação e outros por omissão sobre o caso, com repercussão nacional e internacional. Prefeito da capital e governo do estado, como executivos têm uma maior responsabilidade sobre o caso. Estão mais perto do problema e precisam sanear a cidade e sociedade. O estado do RN tem sua capital Natal/RN e uma Região Metropolitana, também denominada Grande Natal. Local da residência oficial de governador e de prefeito. Possuem em seus mandatos, a responsabilidade de observar diariamente o que acontece em seus quintais (município e estado), e no trajeto da residência ao gabinete operacional da cidade e do estado. Mas usam carros fechados com película no vidro e ar condicionado, para chegar a um gabinete sem janelas, com segurança na porta. Só entram pessoas e problemas autorizados, além de cafezinho e água gelada.

Alcaçuz nunca fez parte de receitas e dietas, sempre foi considerada como erva silvestre sem valor comercial. E como não foi aprovado seu sabor, decidem exterminar a espécie sobre as areias de Nísia Floresta. E a responsabilidade de um prefeito de capital, é maior que o município natalense, com uma região metropolitana ultrapassando os limites geográficos da cidade. Todos os dias acontecem migrações entre as cidades circunvizinhas da capital e o centro da cidade principal. A responsabilidade aumenta ao saber que o prefeito da capital um dia ocupou a função de secretário estadual de justiça, justamente quando foi construído o presídio. E esta foi a semente que deixou plantada nas areias da cidade de Nísia Floresta. A planta cresceu e chegou em Natal. Agora aja ciscador e estrovenga.

RN, 26/01/2017#BLOGdoMaracajá Blog do Maracajá.jpg

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A leguminosa na mesa dos poderes executivos
PDF 824

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

terça-feira, 6 de setembro de 2016

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

O Escritor

O escritor
PDF 690


Dia do escritor jpeg.jpgTecendo e costurando palavras sobre o escritor, inspiradas e alinhavadas no seu dia.

Há escritores que escrevem textos e cartas, enquanto outros escrevem telegramas e e-mails. Já frequentaram chats ou sala de bate papos, que hoje são digitadas in box. Mensagens partem da palma da mão, com destinos a outras mãos, sempre observadas pelos olhos, atentos ou diversos.

Um tradutor transcreve uma fala. Tal como um taquigrafo; um datilografo ou um teletipista, transcrevem uma fala ou uma mensagem, que já eram criptografadas, com símbolos ou fitas perfuradas.

Outros escrevem descrevendo cenas e fatos, construindo um cenário, e criando personagens. Cenas e personagens que podem ser verídicos ou imaginários, talvez até imaginados com inspirações e aspirações em fatos e atos verídicos, fora dos citados contextos, criando outros textos em outros  contextos.

Mas há outros que utilizam um outro tipo de literatura, a denominada linguagem cientifica. Coletam dados, e estabelecem um determinado critério, e aplicam suas formulas em outras situações, procurando saber respostas, em situações futuras. Partem de uma afirmação de que, se A é igual a B, e B igual a C, logo A será igual a C.  E a partir do A, B e do C, saem na busca do X, Y e Z, e daí partem em busca de novos valores do  alfa  ao ômega. Acreditam em vetores e nos triângulos de Pitágoras, confirmados por Tales, e estudam Euclides. Traçam integrais e derivadas. Mas podem pecar em um detalhe, suas pesquisas são feitas em laboratórios, não são influenciadas por intempéries e sazonalidades. Na pratica não estão em CNTP.

Também há uma linguagem escrita nas ruas, usando letras, cores e símbolos. Com tintas sobre um asfalto, há uma literatura, que transmite um informação. Escritas feitas por escritores anônimos, apenas cumprindo uma tarefa, determinadas talvez por engenheiros. Outras informações nas ruas podem estar afixadas em postes de energia elétrica, ou postes e traves para estas finalidades. E dai existem informações horizontais e verticais. Usam de uma simbologia, uma linguagem fácil de entender, com códigos universais.

Grafiteiros e pichadores utilizam de uma linguagem, aproveitando paredes e muros, portas ou fachadas, que definem um estilo ou um grupo, linguagens de uma tribo. E assim são os fotógrafos, imprimem uma imagem a partir de seus olhares. Sobre um papel colocam sua escrita, feita por imagens.

E anda há os que prescrevem depois de fazer uma leitura do corpo humano, baseado em tratados e manuscritos de anatomia e fisiologia. Exames com reagentes ou imagens proporcionam outras linguagens. Aparelhos podem fazer leituras diversas, como uma contagem, no pulso ou uma ausculta no peito, um retumbar ao longe, ou um sonoro 33, de sons cardíacos ou pulmonares. Das abdominais surgem outras escritas, dos movimentos peristálticos.

Outros prescrevem em outra modalidade da leitura do corpo. O corpo com seus jeitos e trejeitos, com poses e comportamentos. O corpo também fala. E tem suas linguagens, nos gestos e no vestuário. E a escrita é determinada pelo proprietário, a energia que habita o corpo.




Roberto Cardoso (Maracajá)
em 25/07/2016
O escritor
PDF 690

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Em busca do conhecimento produzido

Quando não existirem mais as palavras





Dia do escritor
25/07/16
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Parabéns aos que escrevem textos e cartasMaracajÃ%202¡.png
Parabéns aos que  transcrevem cenas e fatos
Parabéns aos que inscrevem informações e conhecimentos em meio aos seus textos
Parabéns aos que escrevem por imagens ou textos, usando símbolos ou letras
Parabéns para os que simplesmente escrevem

Roberto Cardoso (Maracajá)
em 25/07/2016



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Roberto Cardoso (Maracajá)
em 25/07/2016

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